Há muito queria criar um blog para compartilhar minha idéia de mundo com os blogueiros e internautas. Mas sempre ficava para depois, e depois. Nos últimos dias dois fatos me remeteram ao desejo do blog: uma reportagem na revista época sobre os novos protestantes e um texto de Fernando Pessoa.
Para falar sobre esse assunto, me remoto ao primeiro momento quando ao ficar a par de que pessoas tomavam posicionamentos a partir do que estudavam fiquei pasma!
A ignorância pasma ou espanta-se, mas não admira. - Marquês de Maricá.
Morei um ano (no ano de fazer 18 anos) na vila militar da aeronáutica em Fortaleza e fiz amizade com a família Oliveira Damasceno. Em especial com Alice Cristina que tinha mais ou menos uns 10anos e era filha única entre três irmãos. Sempre que possível estava com ela e nos divertíamos muito dançando ou jogando bola. Também gostava de brincar com os meninos e muitas vezes os carreguei nas costas, brincando de cavalinho ou simplesmente correndo com eles, era sempre uma grande farra. Depois desse ano seguimos outros caminhos, mas tivemos oportunidades de nos reencontrar e em um desses reencontros Alice critica a Igreja Católica Apostólica Romana com base na história.
Somente depois de um bom tempo me deparo novamente com críticas a Igreja Católica. Foi quando um casal amigo nos convidou a fazer com eles estudos bíblicos. Aí o negócio foi sério!
Graças a Deus logo em seguida tive a oportunidade de entrar para a Faculdade de Teologia, a FATECE. E em setembro de 2004 estudando a História do Cristianismo II fiz um trabalho sobre o capítulo Inimigos da fé, do livro O CRISTIANISMO ATRAVÉS DOS SÉCULOS – Uma História da Igreja Cristã de Cairns. Pertinente aos fatos relatados no inicio da postagem e que terei o prazer de compartilhar com vocês. Também foi muito importante pra mim as cadeiras de Psicologia da Educação e de Pedagogia, pois me preparam para compreender melhor o processo do conhecimento. No meu tempo de escola não se preparava pessoas críticas nem se respeitava o processo de conhecimento de cada um. O professor era o detentor único do conhecimento e o todo poderoso em sala de aula.
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